Salvador, 29 de outubro de 2017.

Olá!

Hoje acordei umas 9h e fui tomar café. É muito legal tomar café de frente para praia. O chato é que você acorda bem cedo com um carinha vendendo água bem de frente à sua janela…

Decidi ir à missa aqui perto. Dava 26 minutos a pé segundo o maps, mas decidir ir de ônibus. Aqui o ônibus custa metade do preço de domingo, ou seja, R$ 1,80. Ainda bem que decidi ir de ônibus, porque só tem subida. A missa na Paróquia Nossa Senhora Vitória é bem rápida, então decidi voltar a pé.

Estava muito calor, mas consegui chegar. Perto do Farol da Barra, um vendedor me parou para tentar me vender colares, na verdade ele chega oferecendo uma fitinha daquelas que você dá três nós, fazendo três desejos e não tira nunca mais, espera arrebentar. Recusei a fita porque não vou usar, daí ele disse se poderia me mostrar seu trabalho, eu respondi que sim, mas que não ia comprar nada. Realmente não comprei e acho que ele não gostou muito, mas eu já tinha avisado…

Parei para tomar um açaí e comprei uma tapioca pra viagem para comer mais tarde. Cheguei em casa porque queria ver o jogo da Superliga masculina entre Sesc e Corinthians, que era às 13h. Só que esqueci que aqui não tem horário de verão, então o jogo já estava na metade.

Depois fiquei pesquisando pousadas porque quero ir à Morro de São Paulo. Daí já estava na hora de sair. Encontrei o pessoal da UFBA, foi um sacrifício achar um uber, no fim era melhor ter ido de ônibus mesmo que ia dar o mesmo tempo. Teve pôr do sol com Jammil, mas, como não íamos chegar a tempo, resolvemos ir para o show da Fernanda Takai. Chegando lá, os ingressos estavam esgotados. Então, fomos para Santo Antônio além do Carmo.

Foi um passeio bem diferente que eu nunca teria feito sozinha. Estacionamos no Carmo e fomos a pé até a praça de Santo Antônio além do Carmo (porque fica depois do Carmo). Estava tendo um bloquinho na rua (sim, Carnaval em pleno domingo de outubro) e passamos por ele para chegar à praça. Foi muito engraçado, a agitação do bloquinho e a calmaria da praça, com crianças no pula-pula e barraquinhas que ficam em praças das cidades do interior. Era como se eu tivesse atravessado um portal.

Na volta, passamos pela multidão de novo e paramos num café chamado Cafelier. A comida é bem boa e não absurdamente cara. Só tem um problema de organização, as bebidas chegam antes e uma de cada vez e os pratos vão vindo à medida que vão ficando pronto, então, você termina de beber antes do seu prato chegar e termina de comer antes dos pratos dos outros chegarem. Mas o lugar é bem bacana e a vista é bonita. Deve ser bem mais de dia.

Enfim, foi um domingo tranquilo com um programa alternativo à noite.

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