Rio Branco, 27 de janeiro de 2018.

Olá!

Hoje dormi bastante, acordei com o cheirinho do café da manhã. A Vânia tinha feito bolinho de chuva e tapioca. Aqui no Norte, reparei que eles comem mais tapioca com manteiga do que as recheadas, o que faz com que você sinta mais o gosto da tapioca em si. É bem bom.

Depois de tomar café, fiquei enrolando, vendo minhas redes sociais e essas coisas que consomem muito tempo do dia e fazem com que você tenha a sensação de ter desperdiçado muito tempo. E realmente perdi tempo, porque já estava na hora de me arrumar para almoçar com a Nati e o esposo dela. A Nati é irmã da Marina, minha amiga que estudou comigo no colégio. Foi bem legal reencontrá-la 15 anos depois (sim, fizemos as contas e não nos víamos desde que ela se formou na escola).

Fomos almoçar num restaurante chamado Mata Nativa. Comemos uma moqueca que vinha acompanhada de arroz, pirão (amarelo, não laranja como é normalmente) e vatapá (acho que é um acompanhamento comum para os pratos de peixe aqui em Rio Branco). Estava bem gostoso e foi bom ficar conversando. A Nati já está aqui há cinco anos e o marido dela, há 10. Eles gostam de morar aqui e contaram também sobre a viagem que fizeram ao Peru. Eu tinha pensado em ir para lá, mas são 30 horas de ônibus até Cusco e desisti.

Depois, fomos até a Biblioteca da Floresta, mas estava fechada e decidimos ir ao Horto. Eu tinha ido ontem, mas como estava de noite, fui de novo de dia. É bem mais vazio e dá para ver melhor. Demos uma volta e depois achamos um banco para sentar e conversar mais. Daí, eles me trouxeram para casa. Eu não tinha levado chave e ninguém abriu a porta. Voltei para o carro e fiquei numa feirinha perto do Terminal Urbano. Nada de mais, são várias barraquinhas que vendem de tudo. O que achei curioso é que nessas galerias tem muitas manicures. Diferente, né? Apesar de não ter tantas coisas para ver, foi bom ficar caminhando, porque estou comendo muito aqui no Acre.

Depois de uns 45 minutos, a Vânia me mandou mensagem, ela estava dormindo quando passei em casa e não ouviu a campainha. Então, ela e o Neilor, seu marido, foram me buscar. Passamos em uma sorveteria (preciso descobrir o nome, porque os picolés são simplesmente maravilhosos) e compramos picolés de várias frutas. Meu preferido até agora foi o de graviola (descobri que gosto muito de graviola, ou pode ser que a graviola daqui de Rio Branco seja melhor que a dos outros lugares), mas os outros também são muito saborosos (o de açaí vem recheado com leite condensado).

Então, voltamos para casa e a irmã da Vânia veio aqui com a neta dela (que é lindinha, aliás, qual criança com menos de 2 anos não é, né? E me deu uma saudade de todas as criancinhas filhos dos meus amigos de São Paulo!). Comemos uns pasteizinhos e ficamos aqui de boa.

À noite, fomos ao Deck Espetinho (tem Deck esfiha (que fui ontem), espetinho, sushi e hambúrguer). A carne daqui é boa, me falaram que é uma das melhores do Brasil, inclusive. E eu achando que só ia comer peixe na região Norte…

E foi assim o meu sábado 🙂

2 comentários em “Rio Branco, 27 de janeiro de 2018.

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