Cuiabá, 04 de dezembro de 2017.

Olá!

De acordo com o meu roteiro de ontem, eu deveria ter acordado cedo para sair de casa às 8h. No fim, acordei às 8h porque ontem fui dormir tarde depois do churras (isso porque fui dormir antes da galera).

Tomei café e peguei um uber com a Tânia para a Casa do Artesão, um espaço do Sesc com artesanato, comida típica e exposições.

De lá fomos ao Mercado do Porto. Lá vende frutas, farinhas, grãos, doces e todas essas coisas que se vendem num mercadão. Daí fomos para a Orla do Porto. Lá fica o Aquário, mas estava fechado.

No caminho, passamos em frente a um shopping de camelôs, um lugar que vende plantas e outro com vários boxes de comércio diverso. Na frente de um deles, vimos um banco de ferro desses que se tem no jardim ou nas praças com uma bicicleta encostada, um guarda-sol e um lavatório do lado (desses que tem em salão de beleza, era branco com a almofadinha azul). A Tânia se apaixonou pelo lavatório e foi ver de perto. Daí apareceu a dona de todo o cenário que descrevi: uma mulher que abriu um salão num dos boxes; quando vinha alguém, ela pegava uma mangueira e lavava o cabelo da pessoa; se tinha mais alguém, poderia sentar no banco para esperar. Tânia perguntou quanto ela cobrava para cortar seu cabelo e se ela queria vender o lavatório. A cabeleireira respondeu que sim, porque queria comprar um lavatório mais novo que tivesse o chuveirinho e não precisasse usar mangueira e balde e que ia vender o velho por 80 reais, mas não tinha como entregar. Continuamos nosso caminho.

Caminhamos pela orla, os restaurantes estavam todos fechados (acho que só abrem à noite e para o almoço nos fins de semana). Tem uma parte em que fizeram umas fachadas simulando Cuiabá. Na parte de dentro tem a história da cidade. De lá pegamos outro uber para o Pé de Pequi, onde íamos almoçar (estou pegando muito uber, mas aqui ou compensa ir de uber em duas pessoas ou compensa porque precisa pegar mais de um ônibus e leva muito mais tempo para chegar nos lugares). Chegamos lá e não tinham comidas típicas cuiabanas. Desistimos e fomos ao centro comer no Fabico Lanches, que, segundo a Tânia, tem a melhor esfiha de carne. Comi a esfiha de carne e o bolo de queijo assado e frito (tipo um pão de queijo) e um suco de laranja. Tudo muito bom e barato.

Daí andamos pelo centro. Fomos à catedral, Palácio da Instrução (que estava sem exposição, então só visitei a biblioteca), Museu de Som que está reformando, igrejas fechadas. Então voltamos para casa. É claro que só passei protetor no rosto antes de sair porque estava nublado. Saiu sol e fiquei com marca de camiseta 😒.

Em casa coloquei gelo no tornozelo (talvez eu não deveria ter andado tanto hoje) e fiquei vendo Vikings.

À noite troquei de quarto (agora fiquei em um minúsculo, mas com ar-condicionado \o/) e fiz uma tapioca igual a que comi em Aracaju. E mais Vikings e cama.

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