Recife, 19 de fevereiro de 2018.

Olá!

Hoje é o dia em que eu deveria ter ido para Porto de Galinhas. A previsão do tempo estava de chuva e às 5h caiu um toró.

Mudei meus planos e fui para Olinda. Tinha ido para lá no carnaval, mas é totalmente diferente caminhar pelas ruas sem a galera e com a intenção de conhecer os lugares.

Acordei não tão cedo quanto gostaria e fiquei enrolando muito. Sai de casa quase meio dia e peguei um uber para chegar mais rápido. Fui para o Alto da Sé porque confesso que estava com preguiça de subir a ladeira. Chegando lá já veio um guia conversar comigo contando coisas sobre Olinda. Quando deu uma brecha, avisei que não tinha dinheiro e que agradecia por ele me contar coisas, mas que ele podia procurar outra pessoa se quisesse. Daí, ele foi embora. Acho legal ter guias que mostrem a cidade, mas eles poderiam perguntar se você está interessada e não simplesmente começar a falar e fazer com que os turistas paguem, enfim…

A catedral estava fechada e embora vários guias tenham me dito que iria abrir, até 14h30 permanecia fechada. Triste. No Alto da Sé tem uma caixa d’água onde tem um elevador panorâmico. De segunda a quarta paga R$ 5,00 para subir e você tem tipo uma vista 360° da cidade. É bem bonito. Desci e fui comer uma tapioca. Dizem que as melhores tapiocas de Olinda ficam no Alto da Sé. Achei gostosa, mas ainda prefiro a de Maceió. Depois fui ao Museu dos Bonecos Gigantes. Achei um pouco caro, custa R$ 10,00 e não tem meia entrada. Não é tão grande, mas tem vários bonecos, é interessante e mesmo achando caro, não se pode deixar de ver os bonecos gigantes quando se vai a Olinda, não é mesmo?

Mais para frente, tem umas lojas de artesanato. Entrei e dei uma olhada, mas não fiquei muito porque não ia comprar nada. Daí fui para o Convento de São Francisco. Paga R$ 2,00 para entrar e é legal. Acho que já visitei tantos conventos, igrejas e mosteiros que acho bem parecido com outros que já vi. Talvez eu devesse começar a pesquisar as histórias antes de ir para achar mais interessante.

Passei pela Igreja da Misericórdia que estava fechada. Me falaram que abre das 12h às 12h15 e das 18h às 18h15. Não sei se é verdade. Desci a ladeira e fui parar nos Quatro Cantos. É totalmente diferente ver esse lugar sem carnaval, sem a muvuca, calmo… estranho. Fui até o Mercado da Ribeira que também tem várias coisas artesanais. Passei pelo Museu do Mamulengo, que é bonitinho e só paga R$ 2,00 para visitar e tem uma mulher que vai explicando, falando os nomes dos bonecos e contando algumas histórias.

Por fim fui ao Mosteiro de São Bento, a igreja que tem mais ouro em Olinda. É de graça, então realmente vale a pena ir. Fiquei com preguiça de ir às outras igrejas, estava muito sol, então voltei para casa.

Amanda chegou e fomos caminhar numa pracinha perto da casa dela. Depois, fomos comer. Vários lugares estavam fechados porque é segunda-feira. Acabamos indo a um lugar que estava aberto e tomei um açaí e um suco de graviola com leite (meu mais novo suco favorito). O açaí aqui vem com farinha láctea, estranho, mas bom.

Voltamos para casa e terminamos de ver La Casa de Papel. Descobri que a segunda parte sai em abril. Sinceramente, acho que já deveriam ter colocado tudo de uma vez.

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