Salvador, 06 de novembro de 2017.

Olá!

Hoje é praticamente meu penúltimo dia em Salvador, porque quarta já vou para meu próximo destino. E eu ainda não tinha ido ao Pelourinho, destino obrigatório em Salvador, né?

Bom, hoje eu fui!!

Comecei o passeio pelo Mercado Modelo (porque não sabia que ao lado do ponto de ônibus tinha a primeira igreja de Salvador. Perdi). Não é tão legal se você não for comprar nada. Só fica lá olhando e dizendo que não vai comprar aos vendedores. As barracas são muito parecidas. Tem as que vendem bolsa, as que vendem roupa, rede, comida, bijuterias, etc. No subsolo do mercado, tem uma parte onde ficavam presos escravos. Quando a maré subia, eles ficavam com a água no pescoço. Queria visitar, mas me falaram que está fechado 😦 assim como o Forte de São Marcelo.

Driblei os vendedores e as ciganas que ficam na porta do mercado e fui para o Elevador Lacerda que liga a cidade baixa (onde fica o mercado) e a cidade alta (onde fica o Pelourinho). Você paga R$ 0,15 e sobe. Chegando lá, tirei fotos e chegou um guia turístico me explicando umas coisas (tipo que aquela lá embaixo era a primeira igreja de Salvador) e oferecendo seus serviços. Eu disse que não queria. Quase me arrependi porque tenho uma supercara de turista e sou a mais perdida, e no começo fiquei bem perdida mesmo. No Pelourinho, tem vários guias e vendedores que param você. Eles falam que a fitinha é presente, só que depois pedem dinheiro. No começo fiquei bem incomodada, mas depois fiquei melhor em desviar e falar não e tudo deu certo. Foi um passeio tranquilo.

Tem muitas igrejas e museus e você paga para entrar na maioria entre 2 e 5 reais. Fui primeiro no Museu da Baiana (R$ 2,00) que fica na praça onde tem a Cruz Caída. É legal, mas não vale tanto a pena. Depois fui para a Igreja de São Francisco. Na verdade, tem a igreja dos terciários e a igreja convento. A primeira tem também um museu. A segunda é a que é revestida de ouro. Cada uma custa R$ 5,00 e valem a pena.

Depois almocei no restaurante do Hotel Villa Bahia. Eles têm um menu executivo que custa R$ 49,90 com entrada e prato principal. A sobremesa é R$ 9,00, mas não pedi. A comida é gostosa. Comi uma salada de quinoa de entrada e um peixe com farofa e bobó de inhame e banana da terra. Estava bem gostoso, mas achei duas espinhas no peixe (isso normalmente não deveria acontecer nesses restaurantes, né?). Talvez não tenha sido a melhor escolha (vou explicar depois).

Continuei minha caminhada e cheguei à Fundação Casa de Jorge Amado. Também paga R$ 5,00 e é bem interessante. Tem as obras dele e alguns objetos. Depois fui no Museu de Gastronomia Baiana que é do Sesc. Lá tem o museu, um restaurante de comida baiana (se eu for de novo algum dia ao Pelourinho vou querer comer lá, custa R$ 56,00 com direito a sobremesa), um restaurante por quilo e um café/livraria/exposição. É de graça e vale a pena visitar.

Depois passei na Igreja Nossa Senhora do Rosário dos Pretos. Paga R$ 3,00 e é bonita. Segui pela Ladeira do Carmo e cheguei na igreja. Entrei lá e na parte do hotel, mas o museu estava fechado.

Então voltei sempre pela rua da direita e cheguei no Elevador Lacerda. A volta foi bem mais fácil e não me perdi. Desci o elevador e fui até a primeira igreja de Salvador, mas já estava fechada. Daí voltei para casa. Parei perto do farol para finalmente ver o pôr do sol. Ficam várias pessoas lá e um grupo tocando e cantando. É bem legal e o pôr do sol é lindo (daí você entende porque falam tanto disso por aqui). O sol se põe bem rápido, então precisa ficar atento para não perder a hora nem se distrair e perder o espetáculo. Daí voltei pra pousada.

Resolvi sair para jantar. Os restaurantes do restaurant week estavam fechados hoje. Fui em um que se chama A Casa Vidal que é aqui perto. É bem pequeno e bem caro, mas a comida é muito boa e na primeira garfada fiquei feliz de ter ido lá, mesmo tendo ficado pobre. Comi um peixe com camarão e risoto (que estava levemente salgado e quando terminei e comentei com a garçonete ela disse que eu deveria ter falado e eles trocariam o risoto, mas daí eu já tinha comido tudo). De sobremesa um petit gateau com sorvete de coco e um biju (ou cavaco chinês, como chamam em Aracaju). Estava bom, mas o sorvete estava com umas partes não tão cremosas. Mesmo assim valeu a pena e estou feliz até agora com o meu jantar.

Bom, é isso 🙂

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