Barreirinhas, 15 de setembro de 2018.

Olá!

Hoje acordei cedo para fazer o passeio de boia cross. Tomei café, que era bem simples e fiquei esperando virem me buscar para o passeio. Apareceram umas pintas na minha coxa… primeiro, achei que eram umas sujeirinhas, mas depois vi que não. Achei estranho, mas não fiquei muito preocupada porque não doía nem coçava… quando chegar em São Luís vou ver se vejo o que é.

A estrada também era meio ruim e no caminho pegamos as meninas que iam nos guiar durante a descida no rio. Pegamos as boias e fomos seguindo a correnteza. As meninas eram incríveis, elas iam nadando e nos empurrando das margens de volta para o rio. Um certo momento, cansei de ser empurrada para o mato e decidi ir nadando apoiada na boia em vez de ir de boinha (me arrependi depois, quando tive de andar um monte no passeio da tarde). É um passeio bem de boa se você não decide ir nadando, como eu decidi.

No final do percurso, paramos em um lugar onde faziam farinha de mandioca e observamos enquanto torravam a farinha. Aproveitei para comer uma tapioca, mas também tinha peixe grelhado e mandioca frita.

Daí, voltamos para a cidade. Almocei num restaurante chamado O Gaúcho, ali na Beiramar e era bom. Daí, fui para a pousada esperar pelo passeio da tarde.

Dessa vez, fui para a Lagoa Bonita e o carro estava cheio. Fui numa das pontas então, levei várias galhadas. Foi o mesmo esquema de ontem, estrada ruim, balsa, etc. Chegamos lá e precisa subir 60 metros de duna. Só que é bem íngreme e tem até uma cordinha para ajudar você a subir. Pensa numa pessoa que quase morreu… Preciso fazer mais exercícios. Com muito sacrifício, cheguei lá em cima. Quando olhei, o cansaço quase foi embora. Foi uma das paisagens mais bonitas que já vi na vida e com certeza entre nas tops paisagens do sabático. Ali você vê os lençóis: as dunas branquinhas com as lagoas azuis no meio. É indescritível. E o passeio que mais vale a pena nos lençóis.

Daí, fomos para as lagoas. Conheci uma galera de fora, um menino do Canadá e um casal de Cingapura. O carinha do Canadá conhecia o Nordeste quase inteiro, São Paulo, Rio e ia para Foz do Iguaçu depois daqui. Falei que ele conhecia mais o Brasil do que a maioria dos brasileiros (e pensei, menos do que eu, rá!) e ele quase não acreditou. Dei umas dicas de lugares porque ele disse que não gostou muito de São Paulo, que não tinha tanta coisa para fazer (oi? São Paulo não tem tanta coisa? Aff… bom, pode não ter praia e tal, mas tem muita coisa para fazer!! São Paulo S2). Fiquei feliz por ter essa sensação de que conheço o Brasil, pelo menos uma parte. Também quando começo a dar dicas, vejo que aprendi bastante coisa sobre os lugares e tenho a sensação de missão cumprida.

Vimos o pôr do sol de novo, cara, que lindo! A natureza é mesmo muito perfeita, né?

Voltamos para a cidade e fui jantar num restaurante chamado O Bambu. Comi um peixe com crosta de alho e ervas que era muito gostoso. Voltei para a pousada, tomei um dorflex e capotei.

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