Rio Branco, 26 de janeiro de 2018.

Olá!

Hoje eu deveria ter acordado umas 7h para poder lavar roupa, mas acordei quase 8h. Então, em vez de ir com a Vânia para passar mais um dia na escola, decidi ficar em casa porque só tenho mais duas camisetas limpas.

Tomamos café juntos e descobri que aqui tem cuscuz nordestino, mas se chama pão de milho e vem no leite de castanha. É bem gostoso e molhadinho, ficou delicioso com ovo de galinha caipira (saudades dos meus cafés da manhã em Maceió, na casa da Cassia). Daí todo mundo saiu para trabalhar e eu fui lavar roupa.

Aqui não tem máquina de lavar, então foi no tanque mesmo, o que é bem melhor do que lavar no chuveiro do hotel/pousada. Enquanto lavava roupa, também fui tirando as cutículas, porque é bom aproveitar que já estão molinhas, né? Coloquei tudo na centrífuga e estendi.

Liguei o notebook e finalmente terminei de escrever tudo o que estava faltando no blog \o/. Logo mais as postagens vão ficar em dia (pelo menos por enquanto). A rotina em Rio Branco tem sido ótima e acho que é o que quero fazer se for trabalhar de freela: acordo cedo (mas nem tanto), tomo café, trabalho, almoço, trabalho, passeio, vejo séries ou leio e durmo num horário bem ok. Caiu do céu essa estadia que está me colocando nos eixos. Além de conhecer a rotina de uma família acriana, consigo fazer várias coisas que preciso, comer direitinho, descansar e passear.

Almocei, com direito a ovo frito com gema mole (saudades de Ouro Preto e dos meus amigos que viajaram comigo) e depois fiquei revezando entre notebook e recolher as roupas. À tarde fez um calor do cão e secou tudo (ainda bem que fiquei em casa e que aqui tem ar-condicionado, não ia conseguir ficar andando hoje nesse sol)!

A Vânia chegou no fim da tarde com a Maria Clara, filha dela, mas quando fomos sair, o carro superaqueceu, e esperamos o marido dela chegar para decidir o que fazer. Quando ele chegou, fomos ao Horto Florestal para dar uma volta rápida. Tinham muitas pessoas caminhando e correndo. Lá é bem arborizado e tem trilhas, mas segundo a família, não é recomendado ir à noite.

Ao sair de lá, nossas opções eram tomar tacacá ou sorvete. Optamos pelo tacacá mesmo com o calor. Foi a primeira vez que tomei o caldo feito com goma tapioca, caldo de tucupi, folhas de jambu e camarão. Primeiro, experimentei o caldo. Era meio estranho, um pouco azedo e salgado, sei lá. Daí comi o jambu e minha língua adormeceu. O camarão é bem salgado e descobri que devo comer as folhas com o camarão com um garfo e tomar o caldo direto na tigela. Dá uma sensação estranha na boca e ainda não cheguei a uma conclusão se gostei ou não. Tomei coca-cola e tive mais uma sensação estranha, mas melhora o formigamento na boca.

Depois fomos comer esfiha no deck da esfiha e quando chegamos estava tocando Evidências, a principal musica dos karaokês.

Quando terminamos de comer, voltamos para casa e assistimos à novela (fiquei boiando e vi uns atores velhos que parece que nunca envelhecem, se bem que ninguém ganha do Paul Rudd) um seriado sobre uma família de sete filhos, bem estranho e bizarro.

Daí terminei este post e vi 12 Monkeys antes de dormir.

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