Porto Velho, 23 de janeiro de 2018.

Olá!

Hoje coloquei o despertador para acordar antes das 9h, porque o café ia até esse horário. Acho que geralmente o café da manhã é no estilo buffet, mas como tinham poucos hóspedes, eles trazem comidas na mesa para você e se quiser repetir algo, é só pedir. Vem pão, frios, tapioca, suco, café, leite, melão, melancia, ovo frito e manteiga.

Tentei falar com o taxista para ele ir me buscar e não consegui por Whats App. Pedi o telefone do hotel, mas não estava funcionando. Lá no hotel, meu celular pegava o sinal da Bolívia, então não conseguia ligar. Uma funcionária do hotel também tentou ligar e não conseguiu. No fim, tive que colocar crédito no Skype e consegui ligar por lá. Então fui arrumar minhas coisas para ir embora.

Fui para o porto de Guajará para atravessar para a Bolívia. Descobri que eles fecham na hora do almoço, então dei muita sorte, porque acho que peguei o último antes da pausa. Chegando em Guayaramerín, tem os transportes: moto-táxi ou tipo uns triciclos. Você não precisa pegar se for só andar nas lojinhas, a não ser que queira ter a experiência. Paguei R$ 5,00 num trechinho, mas acho que dá para pechinchar. Não tem muitas coisas por lá, tem lojas de roupa, eletrônicos, cosméticos (acho que os perfumes são falsos, porque são bem baratos), bolsas e todas essas coisas que você encontra também na 25 de março em São Paulo e no Paraguai. Para não dizer que não comprei nada, comprei um desodorante em bastão, eu gosto desse tipo e no Brasil não tem variedades, lá tinha Rexona e comprei para experimentar (o meu Secret está acabando, tinha da Dove também, mas não posso ficar carregando estoques na mala, porque espaço está em falta). Depois voltei para o Brasil (a Josi tinha me falado para ver as lavadeiras, mas me esqueci totalmente desta dica, que pena!). Na frente do porto tem um museu, que estava fechado para o almoço. Lá perto fica a catedral, que fecha acho que 13h e só reabre às 17h. A Josi tinha me falado de uma padaria, só que estava fechada também. Ou seja, tudo em Guajará-Mirim fecha na hora do almoço. Tinha um supermercado aberto e comprei umas besteirinhas para enganar o estômago. Voltei para o museu que já estava aberto. É bem pequeno e visitei relativamente rápido. Conta a história da Estrada de Ferro Madeira Mamoré e dos seringueiros. De lá fui para a padaria que já estava aberta e comi. Então fiquei lá fazendo hora até às 17h. Até que passou rápido e fui para a catedral. Quase não consegui entrar porque abriu atrasada. Acontece que a secretaria paroquial fecha às 17h e o cara que abre a catedral é marido da mulher que trabalha lá, então, antes de abrir a catedral, ele foi levá-la para casa :/ Deu tempo de ver bem rápido e saí correndo para a rodoviária (mesmo assim deu tempo de reparar nos orelhões em forma de animais espalhados pela cidade).

Tudo certo no fim. Foi uma experiência legal e acho que valeu a pena. É uma realidade bem diferente das que estou acostumada. No ônibus, sentaram atrás de mim um pai com dois filhos. Já fui pensando que ia sofrer com o barulho e chutes, mas até que não foi tão ruim assim. Aproveitei para ler o livro das crônicas de Guajará, mas só li metade. O ônibus chegou uma hora antes do horário previsto e peguei um táxi para casa (deu mais que o dobro do uber, então, pegue uber…).

A Gilmara estava fazendo doce de cupuaçu e tinha feito jantar. Comi e ficamos conversando, daí fui fazer minha mala e dormir porque amanhã acordo um pouco cedo para partir para o próximo destino 🙂

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