Porto Velho, 17 de janeiro de 2018.

Olá!

Hoje acordei às 8h para trancar a porta quando a Gilmara saiu para trabalhar. Ela nunca recebeu uma pessoa aqui antes, então só tem uma chave. Não consegui dormir de novo (olá, fuso), então decidi levantar, tomar café e organizar as coisas: atualizei minha planilha de gastos, dei uma olhada nos preços das passagens que ainda faltam comprar, escrevi um post (é horrível ficar atrasada, não lembro um monte de coisa e tenho preguiça de escrever vários em um dia) e um email para a galera (acho legal mandar emails, apesar de escrever para todos, tento fazer com que seja pessoal e a melhor parte é quando recebo as respostas com notícias dos meus amigos). Daí já deu a hora de sair para almoçar. Combinei de comer com a Gilmara em um restaurante aqui perto, onde ela e o pessoal do trabalho almoçam. A comida é boa e barata (R$32,00 o kilo). Durante o almoço, ela conversou com a Vania, que mora em Rio Branco, perguntando se ela poderia me hospedar, assim posso cancelar o hotel, economizar e conviver com os costumes de uma família local.

Após o almoço, fui conhecer alguns pontos da cidade. Estou hospedada no centro, então vários lugares ficam perto e dá para ir a pé (a única coisa ruim é o sol forte, mas qualquer coisa abro a sombrinha). Primeiro fui ao Palácio Getúlio Vargas, antiga sede do governo que deveria ter virado o Museu da História Rondoniense. Cheguei lá e aparentemente não tinha ninguém. Mas daí um moço que estava trabalhando lá me mandou entrar numa sala onde tem um acervo da história de Rondônia e Porto Velho. Os dois senhores que trabalham lá são bem simpáticos e me explicaram parte da história da cidade. Um deles me levou para ver a exposição que estava montada lá da artista local Rita Queiroz. De lá fui ao Mercado Cultural, onde não tinha nada, me falaram que tem atrações à noite e de fim de semana. Daí passei nas Três Caixas d’Água, que são apenas caixas d’água numa praça vazia, mas são importantes para a história da cidade porque a abasteciam ha muitos anos.

Daí achei um café chamado Juninho e fiquei la fazendo hora com um café e um bolo de milho bem bom. Voltei para a casa derretendo e fui direto para o chuveiro. Dai liguei o Netflix para descansar.

À noite, fomos para o Empório Gonçalves (acho que é esse o nome, mas minha memória é ruim…). Disseram que a pizza de quatro queijos era muito boa, mas olhei e tinha cara de pizza de padaria, então comi outras coisas. Na hora de ir embora, o carro da Rebeca, a menina que nos deu carona, ficou sem bateria e ficamos esperando por ajuda. Carregaram um pouco a bateria até o carro ligar e fomos embora. Aventuras emocionantes do dia de hoje.

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