Porto Velho, 16 de janeiro de 2018.

Olá!

Hoje acordei bem cedo porque tinha que estar no aeroporto às 8h para pegar meu voo às 9h05 e o trânsito em Floripa e as tarifas dos uber são um tanto quanto imprevisíveis. Saí de casa 7h15, busquei o Pedro porque ele ia para o sul da ilha, e fiquei no aeroporto. Cheguei bem cedo e deu tempo de tomar café da manhã: um pão de queijo e um café com leite (me lembrei de não pedir cappuccino porque vem com chocolate). Meu primeiro voo era para Brasília e de lá ia para Porto Velho. Adoro fazer conexão em Brasília para poder comer um boston cream donut no Dunkin Donuts (bem que vocês poderiam abrir loja em São Paulo, né?). Minha conexão era de 40 minutos e fiquei com medo de não dar tempo de comer, mas o avião pousou antes e deu tempo até de comprar um chocolate para minha próxima anfitriã.

No voo para Porto Velho, estava o Tande! Foi a primeira vez que peguei avião com uma pessoa famosa. Mas não sou tão fã assim dele, então não fui pedir para tirar foto nem um autógrafo. Na verdade, até demorei um tempo para reconhecer e fiquei meio em dúvida, mas jogadores de vôlei são fáceis de identificar pela altura.

Quando cheguei no aeroporto, a Gilmara estava me esperando. Vou ficar na casa dela pelos próximos dias (obrigada, Josi, minha amiga que conheci em São Paulo e que agora mora na terrinha Porto Velho, por ter organizado tudo para mim!). Quem estava dirigindo era uma senhora chamada Zilda, que também faz parte do Movimento dos Focolares. Fomos almoçar na casa dela. Aqui, são duas horas de fuso-horário e confesso que fiquei meio zoada. Ainda bem que nos últimos dias tenho almoçado tarde e então não estava com tanta fome.

Depois do almoço, vim para a casa da Gilmara e descansei. No fim da tarde fui à missa com ela no salão da catedral da cidade, porque ela está sendo reformada (aliás, reparei que muitas catedrais de várias cidades estão sendo reformadas). Depois fomos visitar uma outra senhora chamada Nilde. Ela é muito divertida, tem várias histórias de viagem e é de Porto Velho. Descobri que tem poucas pessoas que nasceram e moram na cidade; muita gente é de fora e muita gente se muda. Enquanto estávamos lá, foi me dando um sono incrível pelo fuso e pelo cansaço de viajar por quatro horas e meia. Voltamos para casa e fomos dormir.

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