Pirenópolis, 20 de novembro de 2017.

Olá!

Hoje é um daqueles dias em que tudo deu errado. Não tudo, porque é meio que impossível tudo dar errado em 24 horas, né? Pelo menos algo tem que salvar.

Hoje foi meu último dia em Brasília e antes de ir para Goiânia, decidi passar em Pirenópolis, porque várias pessoas me disseram que era lindo, que eu ia gostar, que eu tinha que ir. Ok, né? Lembre que estou naquelas de fazer tudo o que me recomendam (desde que não seja megacaro).

Vi que tinha ônibus 9h30 da manhã (na verdade, acho que foi o Dan que viu o horário, a rodoviária, me explicou como chega, etc e tal). Acordei, terminei de fazer a mala e fui pro metrô, que está de greve, mas deveria funcionar em horários de pico. Só que não abriu segunda. Como aparentemente todos estavam surpresos, devem ter chamado uber e a tarifa estava dinâmica e fiquei atualizando até achar um preço razoável. E isso demorou um pouco. Cheguei na rodoviaria 9h25 e saí correndo para comprar a passagem e embarcar. Deu tudo certo e lá fui eu.

Cheguei na cidade sem lugar para dormir e fui procurar uma pousada. Andei, me perdi, passei no Centro de Informações Turísticas (ganhei o mapa e perdi depois), numa agência para ver passeios e finalmente achei uma pousada chamada Sobrado que fica no centrinho histórico. Não tem café da manhã durante a semana, porque tem pouco movimento (acho que eu era a única pessoa hospedada lá). Mas me deram a dica de ir tomar café numa padaria perto da Igreja da Matriz.

Deixei minhas coisas e fui almoçar. Achei um restaurante por R$21,50, buffet + churrasco + sobremesa. O churrasco daqui na verdade é a carne grelhada e não na churrasqueira. Mas tinha milho refogado (delícia) e experimentei pequi (estranho).

Depois fui ao Museu do Divino. O Museu de Arte Sacra e a Igreja do Carmo estavam fechados. Daí fiquei passeando pela cidade. Muitos lugares de Piri fecham de segunda a quarta, bem o período que vou ficar, então compensa mais ir pro final da semana. Também é melhor ir de carro porque as cachoeiras são meio longe e os passeios, dependendo da empresa, só fecham para mais de duas pessoas ou ficam bem caros para uma. Os lugares que abrem de segunda, aparentemente fecham às 17h, então não vi muitas coisas. Também não entrei nas lojinhas de artesanato, mas para quem gosta, tem umas coisas bonitas. Eu entrei no Cine Pirineus, ia ter uma aula de ioga e estava aberto. O professor me falou que não exibem muitos filmes, mas de vez em quando tem alguma atração.

Fui jantar na Rua do Lazer. Alguns restaurantes estavam fechados, mas dos que estavam abertos, olhei todos os cardápios. Escolhi um que tinha um prato chamado panelinha (refogam alguma carne ou legumes (ou várias carnes e legumes), colocam arroz, cozinham, colicam queijo por cima, derretem e servem numa panelinha. Acompanha feijão e salada) e a cerveja daqui feita com hibisco. A comida demorou para chegar e vem muita, sério, acho que não comi nem metade. Aliás, nos cardápios tem muitos pratos para duas pessoas. Estou sofrendo com isso, afinal, as pessoas comem sozinhas, não é mesmo?

Depois fui para pousada, escrevi uns posts atrasados para o blog, achei um passeio para amanhã e fui dormir, porque o passeio é de manhã e preciso acordar cedo para achar um lugar para tomar café.

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