Salvador, 04 de novembro de 2017.

Olá!

Hoje a previsão do tempo dizia que não ia chover, então aproveitei para ir à praia. Um amigo meu do MBA me disse para visitar Itapuã (valeu pela dica, Marcelo!), então lá fui eu. Quero dizer que é péssimo pegar ônibus em Salvador de fim de semana e feriado, principalmente se você vai a algum lugar muito longe e que o Movit não deu certo com horários, isso para dizer que fiquei um tempão no ponto de ônibus esperando, inclusive, mudei de ponto para ver se passava algum outro ônibus mais rápido.

Finalmente, depois de muito tempo, peguei um ônibus e atravessei a cidade. A orla de Itapuã é linda. O mar é verde e tinha uma galera. Ah, só um adendo: antes de sair de casa, resolvi ler comentários sobre Itapuã. Várias pessoas disseram que não era seguro, que tinham sido assaltadas e tal, daí fui com o pé atrás (às vezes, é melhor nem ler e ir tranquilamente…). Chegando lá, tinham muitas pessoas e me senti segura. Não vi nada anormal acontecendo. Foi bem tranquilo (e andei bastante, muito mesmo).

Desci perto do monumento da sereia e fui caminhando até a banca original do Acarajé da Cira. Como tinha provado o acarajé no Rio Vermelho, decidi experimentar o abará que é a mesma coisa que o acarajé, só que a massa é cozida em vez de frita. É bom, mas prefiro acarajé. Dessa vez, coloquei um pouco de pimenta (bem pouco) e ficou muito gostoso, dá um sabor diferente.

De lá, subi a ladeira para a Lagoa do Abaeté. É estranho ter uma lagoa no meio da cidade, enquanto você está andando, não dá para imaginar que chegará a um lugar tão bonito. A areia é branquinha e a água é azul. Só que estava bem vazio, então só tirei uma foto e fui embora. Depois fiquei sabendo que dava para procurar o lugar onde ficam as lavadeiras (porque era costume lavar roupas na lagoa e ela era bem maior do que agora, a cada ano que passa, a quantidade de água diminui, segundo o que me disseram) e também dava para ir nas dunas, mas vai ficar para a próxima.

Desci a ladeira e fui procurar a casa de Vinicius de Moraes. Ela fica no Mar Brasil Hotel, quer dizer, a casa dele foi transformada em um hotel e restaurante. A parte de visitação é bem pequena, são só dois cômodos, mas é legal. Eu bobeei e não almocei lá. Está tendo restaurant week em Salvador e o almoço saía por R$ 44,00. Conversei com o porteiro do hotel que gosta muito de Vinicius e tem vários livros. Ele me mostrou que a praça com a estátua do poeta fica na frente do hotel, então fui lá tirar uma foto. Em frente à praça tem um muro com várias poesias de Vinicius. É bonitinha.

Daí finalmente fui para a praia!!! A maré estava alta e tinham várias mesas com cadeiras e guarda-sol na areia. Realmente não tem tanta estrutura, só umas barraquinhas simples e as pessoas alugam mesas (ou emprestam, daí você só paga consumação). Fui caminhando pela orla e a água estava um pouco fria, mas bem boa. Os preços em Itapuã são meio altos. A água de coco custa R$ 5,00. Aqui na Barra custa R$2,50, metade do preço. Mas estava um sol e eu estava ficando desidratada e comprei um coco. Aproveitei para usar a ducha. Apesar da pouca estrutura, tinham duchas, o que é ótimo porque é horrível ficar cheia de sal e areia, não é mesmo?

Como estou hospedada longe de Itapuã, voltei para casa meio cedo. Pelo Movit, só tinham dois ônibus que vinham pra pousada e eles iam demorar. Fiquei no ponto e vi um ônibus que passava pelo shopping aqui de perto e entrei. Antes de chegar ao shopping, o trânsito parou. Decidi descer e ir a pé. Descobri que estava parado porque teve uma corrida anticorrupção, inclusive vi a largada, já que estava no meu caminho. Quando estava perto da pousada, parei para comprar um açaí com leite ninho e uma água de coco com uva para repor as energias.

Finalmente cheguei em casa para tomar banho e descansar um pouco.

À noite, fui no Rio Vermelho com a Joice. Teve um evento chamado PercPan. Como não sou ligada em música, nunca tinha ouvido falar. Teve Lenine e Omara, uma cantora cubana. Quando cheguei, o  bloco Ilê Aiyê estava se apresentando. Eles se apresentam no terreiro toda terça e a Joice tinha falado que seria muito legal que eu visse, então dei sorte de ter visto. Realmente é incrível. As pessoas em Salvador são muito animadas, nem consigo imaginar como é o clima de carnaval.

Depois voltei para casa bem morta de cansaço.

2 comentários em “Salvador, 04 de novembro de 2017.

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  1. Itapuã, minha segunda casa, onde passei parte da minha adolescência. Sempre que posso dou um jeito de dar uma passada para rever os amigos. Um lugar especial.

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    1. Oi, Marcelo!!
      Eu amei Salvador. É incrível e Itapuã é linda! Quando voltar vou pra lagoa de novo para andar nas dunas 😉
      Obrigada por todas as dicas!! E se tiver de outros lugares do país também, pode me mandar 🙂
      Bjos

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