Salvador, 03 de novembro de 2017.

Olá!

Ontem olhei a previsão do tempo e estava de chuva para hoje. Então decidi fazer um dia nos museus. Olhei na internet e peguei dicas com a Joice e as da Mili. Pensei em ir em cinco museus: Museu da Arte Sacra, Museu de Geologia, Museu da Bahia, Museu Carlos Costa Pinto e Palacete das Artes. O de Arte Sacra é um pouco mais afastado, mas os outros quatro são bem perto um do outro. Dei uma olhada nos horários e vi que o de geologia estaria fechado.

Não acordei tão cedo porque os museus não abriam cedo, o de Arte Sacra abre às 11h30. Tomei café e a Aída, que é a moça da recepção, me recomendou os museus aqui perto também, que ficam nos fortes. Decidi que passaria na volta, caso tivesse tempo.

Saí quase meio-dia e me arrependi de não ter ido ao Pelourinho porque não estava chovendo e até estava ameaçando a sair um sol. Peguei um ônibus para o primeiro museu e no caminho começou a chover. Ainda bem que reservei o dia para os museus e que levei guarda-chuva. O ingresso para o Museu de Arte Sacra é R$ 10,00 (como tenho carteirinha, paguei R$ 5,00) e tem umas pessoas indicando a ordem da visita. É um museu bem legal, com vários objetos e pinturas. Tem uma igreja lá dentro, mas a moça me disse que não tem mais missa, só casamento. As janelas ficam abertas e a vista é bem bonita (aqui em Salvador, as pessoas apreciam muito a vista dos lugares e o pôr do sol, então sempre que vou a algum lugar olho a vista).

Quando saí, pensei em pegar um uber e ir para o Palacete das Artes para almoçar. Mas não estava chovendo e o comércio estava aberto e as ruas movimentadas, então decidi ir a pé mesmo. Dá uma boa caminhada, mas cheguei de boa até o Museu da Bahia. Tinha uma exposição para crianças e a parte de cima tem exposição de móveis e de arte. É legal. Não paga para entrar, o que é ótimo.

Antes de ir para o Museu Carlos Costa, decidi passar no Doces Sonhos para comer algo. O bom de estar sozinha é que posso almoçar a hora que quiser e comer doce antes. Provavelmente se eu estivesse com alguém, teria ido almoçar antes da sobremesa. Pedi um bolo de chocolate com morango e um chocolate quente. Era tudo bom, mas bem doce e não aguentei comer o bolo inteiro. Ainda bem que tinha uma água aromatizada de cortesia para me ajudar com tanto chocolate. Saí de lá e voltei para o museu, que estava fechado. Isso estragou meus planos de dar um tempinho antes do almoço.

Fui para o Palacete das Artes. Lá dentro tem o Solar Café que falam que é bom. Resolvi almoçar lá. Pedi um filé mignon com cogumelos e arroz ao alho. Para beber, o chá da casa. A carne veio no ponto certo e a comida estava bem gostosa. O chá era de hibisco com limão e veio numa taça gigante de campari. O único porém é que é bem caro. Comi e fiquei muito cheia. Muito mesmo. Mas acho que isso foi culpa do bolo e do chocolate que comi antes.

O Palacete estava sem nenhuma exposição, então você entrava para ver a casa, que é bem bonita. Passando o café, tinha uma exposição de fotos bem legal.

Minha ideia era ir para a Aliança Francesa depois do palacete, porque tem um café com uma vista bonita que dá para ver o pôr do sol. Só que eu estava extremamente cheia e o tempo estava nublado. Mesmo assim, passei lá e tirei uma foto da vista. Saí sem consumir nada (estou ficando cara de pau).

Daí estava andando e fiquei com vontade de ir ao banheiro. No caminho tinha o Yacht, que é um lugar aparentemente chique. Parei lá e pedi um chá de hortelã, que é digestivo. A vista é bem bonita também. O chá me ajudou a ficar menos estufada e segui meu caminho. No meio dele, tem uma ladeira com a Igreja de Santo Antônio. Dessa vez, venci a preguiça e subi para pedir três graças para Santo Antônio.

Finalmente cheguei ao primeiro forte. Pensei em entrar, mas já eram quase 18h e lá fechava 19h. Para entrar, para R$ 20,00, mas você pode visitar outro forte também. Então, é melhor fazer tudo no mesmo dia e não ia dar tempo de fazer hoje.

No caminho, tinha um quinteto tocando. Resolvi parar para assistir, porque ainda tinham lugares para sentar. Depois foi enchendo e ficaram algumas pessoas de pé. Eles se chamam Brass Quinteto e se apresentam como um quinteto de metais, porque são em cinco e os instrumentos que tocam são chamados de metais (dois trompetes, uma trompa, um trombone e uma tuba). Foi bem legal.

Daí voltei para casa morta de cansaço, mas feliz com os passeios, apesar da chuva.

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