Kindle (ou qualquer outro e-reader)

Hoje a minha dica é: tenha um e-reader. Vou falar do Kindle porque é o que tenho e não conheço os outros e-readers (já vi um Kobo, mas nunca li num, então, não posso avaliar. Só digo que o que eu vi era um modelo novo bem bonito, mais bonito que o Kindle).

Comprei meu Kindle Paperwhite 3G em 2013, quando fui aos Estados Unidos e paguei 199 dólares. Comprei um para a minha irmã também (ela não usava, daí fui furtada e minha irmã me deu o dela). No começo, não usei tanto e só baixei livros de graça (tem muitos na Amazon). Na verdade, não lembro exatamente quando comecei a ler no Kindle, mas me adaptei muito bem e hoje em dia até prefiro ler e-books.

Para mim, as principais vantagens são: você pode ter trocentos livros carregando só um dispositivo; vale a pena comprar um que tenha luz, assim dá para ler no ônibus mesmo estando escuro e dá para ler antes de dormir com a luz apagada (assim, não precisa levantar para apagar a luz depois). A luz é bem confortável, não sinto que agride meus olhos; já vem com dicionário, então, quando você não sabe o significado de uma palavra, é só segurar em cima dela e aparece a definição; dá para destacar trechos; dá para compartilhar trechos pelo Twitter ou Facebook; se ele for 3G, você consegue baixar livros em muitos lugares mesmo não tendo wifi (não sei porque o único modelo com 3G é o Paperwhite, acho muito prático e você não paga nenhuma mensalidade); ele calcula o tempo que falta para você terminar o livro (quando vi que gastamos poucas horas para ler um livro, fiquei impressionada por ler tão pouco. Lendo uma hora por dia, dá para ler dois livros por mês); dá para ler arquivos em PDF (é só mandar por email para o seu email kindle com o assunto CONVERT); a bateria dura dias.

O Kindle foi meu companheiro de viagens nas muitas horas que passe no ônibus quando trabalhava na Panini, durante meu sabático, enquanto esperava meus voos, quando ia comer sozinha, quando tinha que fazer hora em algum café, na praia, enfim, levo ele para quase todos os lugares para onde vou.

Aconselho você a experimentar. E usar um e-reader não significa que você precisa abandonar o impresso e todas as boas sensações que um livro físico traz; não é porque você tem um Kindle ou um Kobo que é obrigatório ler nos dispositivos, você pode continuar lendo no papel e ler num e-reader. Uma coisa que pode ser feita, é pedir emprestado de alguém e ver algo curto (o brilho é muito confortável, não tem nada a ver com ler no celular ou num tablet). Então, deixe o preconceito de lado e dê uma chance ao e-reader (e, principalmente, leia mais! Dá para trocar meia hora nas reder sociais por meia hora de leitura todos os dias).

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