Belém, 19 de outubro de 2018.

Olá!

Hoje acordei só com o despertador da Renata, diferentemente dos outros dias em que dava uma acordada mais cedo e dormia de novo. Levantei mesmo perto das 10h e tomamos café.

Antes de sair para passear, liguei o notebook para escrever uns posts para o blog, porque não posso perder o ritmo das postagens, senão ele não vai acabar no dia certo.

Saímos de casa perto do meio-dia e fomos almoçar no Iacitatá. Eles se autodenominam ponto de cultura alimentar e não restaurante. Trabalham com ingredientes frescos e produtores locais. A comida é maravilhosa (entra no meu top restaurantes) e o atendimento muito atencioso. A dona fica tentando vender umas coisas para você, mas tirando isso, é bem simpática. Mas para mim, o mais legal foi conversar com o chefe, que inclusive explicou como fazer o micau (mingau/purê de banana). Quando a comida chega, eles explicam os ingredientes da salada (que é diferente todos os dias) e falam sobre a comida. É uma experiência incrível e se você vier a Belém, sugiro fortemente que visite este lugar. No cardápio tinha um papel do #elenao. Um dos motivos é que ele quer acabar com a Amazônia e daí não haverá mais ingredientes nativos para apreciarmos a deliciosa gastronomia.

Comi um filhote frito (só empanado na farinha e frito na banha, sem tempero nenhum), micau (mingau de banana), salada e arroz de tacacarana (arroz com tucupi, jambu e goma) que faz a boca tremer. Tomei um suco de cupuaçu, que é adoçado com melaço. De sobremesa, dividi com a Renata um queijo do Marajó com doce de cupuaçu e castanha. Cara, que delícia. Também pedimos café e degustamos uma castanha caramelizada bem boa. Saímos de lá felizes e quero ir de novo antes de ir embora.

De lá, fomos até a fortaleza e depois ao Museu do Círio (paga para entrar e é de graça terça. Então, reserve a terça para visitar os museus na Cidade Velha). De lá, fomos ao Mangal das Garças que é um dos lugares mais bonitos de Belém. Compramos o passaporte (R$ 15,00) que permite visitar os quatro lugares pagos do espaço. Para entrar e ficar andando pelo parque é de graça. Entramos primeiro no borboletário e o Daniel, um dos funcionários, estava soltando as borboletas, Daí, colocava nos nossos braços para tirar fotos. Algumas ficavam paradas por um tempo, outras já saíam voando. Foi bem divertido. Depois, ele foi alimentar as piranhas e ficamos acompanhando. Demos uma volta pelo espaço, saímos e fomos na parte dos pássaros. Encontramos o Daniel lá de novo, limpando as caixas de comida. Peguntamos a ele sobre alguns pássaros e inclusive, tinha um preso e ele nos disse que é um pássaro que estava brigando com os outros, então ficou um tempo isolado de “castigo”. Fomos ao Museu da Marinha, que é legalzinho também e por último subimos no mirante. Tem elevador \o/ e a vista é linda. Acho que vale muito a pena pagar para subir e para o borboletário (mas veja os horários que vão soltar as borboletas). Íamos ver o pôr do sol de lá, mas a moça disse que às 17h30 iam alimentar as garças, então, descemos e fomos ver. Quem ia alimentar era o Daniel de novo. Ele disse que precisam alimentar 4 pássaros e as garças são livres e comem em outros lugares também, mas aproveitam quando distribuem os peixes por lá. Elas quase brigam, são muitas. A alimentação é feita quatro vezes por dia. O Daniel é muito simpático e explica tudo direitinho, gostamos dele. Fomos até um mirante perto do rio para ver o pôr do sol. Mas, antes de o sol se pôr, fomos expulsos porque o parque ia fechar. Na verdade, enquanto o carinha estava expulsando a galera, eu estava olhando o sol e viajando na maionese e nem ouvi, a Renata que foi me chamar.

Saímos de lá e fomos ao apartamento da Juliana buscar nossas coisas. A Renata foi no Crossfit e eu e o Julio fomos ao shopping. Estava tendo uma exposição de bonequinhos bem legal. Também aproveitei para comprar um cabo USB e tomamos um sorvete na Cairu. Pedi o de graviola e ele é tão bom quanto o picolé que tomei em Rio Branco e falei aqui algumas vezes. Encontramos a Renata, passamos no Batistão, onde vendem um suco delícia, e voltamos para casa.

Comemos quibe assado e vimos um filme chamado A Busca, brasileiro, com o Wagner Moura. Tem umas coisas legais, mas muitos detalhes ruins e uns furos. No balanço geral, não gostei tanto assim.

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