Belém, 17 de outubro de 2018.

Olá!

Hoje acordei umas 8h30 e fui tomar café. Comi um pouco do cuscuz doce que sobrou de ontem e um misto quente. Daí, tomei um banho, porque pensa num calor….

E liguei o notebook. Tenho um milhão de coisas para fazer, vou tentar render porque Belém tem muitas atrações e quero aproveitar (mas já sei que vou precisar voltar porque não vai dar para fazer tudo).

Fiz uma tradução e coloquei umas coisas em dia. Daí, a Renata e o Julio chegaram e fomos almoçar. Hoje tinham várias comidas e foi difícil escolher o cardápio do almoço. Acabei comendo pato no tucupi e depois vatapá. De sobremesa teve açaí (é impressionante o tanto que se come no Pará… a competição com Minas é pau a pau).

Com a barriga cheia, tive de dar uma deitada. Resolvi ler porque não queria dormir a tarde toda, mas acabei tirando um cochilo, só que desta vez me controlei e dormi só um pouco. Levantei e voltei para o blog. Terminei meu post sobre comidas e estou muito feliz. Realmente acho que devo dar uma procurada em editoração na área de gastronomia. É tão divertido escrever sobre comida!

À noite, fomos ao Armazém de Belém, no Boulevard Shopping, para comer a unha de caranguejo, que nada mais é do que uma coxinha de caranguejo com uma patinha de caranguejo na ponta. É bem gostosa. Também comi uma pizza brotinho que estava uma delícia e provei o caracol de creme que a Renata pediu. Ficamos lá um tempão conversando sobre a vida, as bolhas, cultura, o universo e tudo mais. Essas são minhas partes favoritas do sabático, ficar de conversa com alguém e ir descobrindo e percebendo coisas sobre o mundo e sobre mim mesma. Antes de ir embora, compramos pães para levar para casa. Esse armazém tem um monte de comida que parece uma delícia.

O shopping está com vários enfeites do Círio (sim, é como se fosse Natal). Demos uma volta, comemos um daqueles potes de frutas com chocolate e fomos numa lojinha/exposição chamada Ver-o-Pesinho, que vende produtos e artes regionais. Tive de comprar o casadinho de cupuaçu. Pensa num biscoitinho gostoso que vai combinar muito com café.

De lá, fomos a um bar chamado Meu Garoto que vende cachaça de jambu e outros sabores. O carinha do bar me disse para: beber um gole, deixar na boca de 4 a 6 segundos, fazer um bochecho e engolir. Queimou e tremeu tudo e achei que fosse morrer (exagerada). Daí, ele disse para tomar algo gelado e comprei uma água. É ruim, mas é bom… hahaha. A Renata pediu uma cachaça de açaí que é mais suave que a de jambu. Depois de tomar uma dose, voltamos para casa.

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