Sete meses sabáticos

Meu período sabático já passou da metade. Realmente é difícil acreditar em como o tempo está voando. Parece que foi há pouco que eu estava colocando a mochila nas costas e embarcando para Maceió e agora já estou em Belo Horizonte, minha 16ª capital, ou seja, já rodei mais da metade do país.

Até agora, no geral, gostei das cidades que visitei. Semana passada, eu estava conversando com a minha anfitriã de BH sobre olhar a cidade por diferentes perspectivas. Como estou visitando cada lugar com a mente muito aberta, sem esperar muitas coisas e tentando não comparar uns com os outros, tenho sempre achado pontos positivos e as cidades me agradam. Acho que esse é um exercício que devemos fazer não só com os lugares para onde viajamos, mas também com os lugares que já conhecemos, principalmente nossa própria cidade. Aprender a olhar sob uma nova perspectiva, com olhares novos, talvez com olhares de outras pessoas (para isso, basta convidar alguém para sair com você e ouvir a opinião da pessoa sobre aquele lugar, ajuda a ver diferentemente). A Karina até me disse que está gostando mais de BH depois dessa nossa conversa.

No mais, estou muito bronzeada, mais do que já estive em toda a minha vida. Inclusive, pela primeira vez, minhas pernas estão mais bronzeadas que meus braços e isso é incrível, acho que fui ninja por conseguir realizar essa façanha. Estou com as pontas do cabelo verde por causa do cloro da piscina. É uma novidade no meu novo visual loiro. Peguei um leve sotaque nordestino, mas ele já passou (acho que vai ser difícil perder o meu sotaque…). Ainda não aprendi jeitos mais fáceis de fazer a mala e continuo sofrendo cada vez que tenho que me mudar. Estou comendo muito bem e dormindo pra caramba, inclusive tenho a impressão de estar perdendo tempo, mas continuo na eterna luta comigo mesma de não me cobrar tanto e levar o sabático de maneira leve.

Esse fim de semana, fui a um casamento lindo e acabei reencontrando uma galera de São Paulo e mais um monte de gente que eu não via há um tempão. Foi bem divertido. Mas confesso que me deu uma vontadezinha de voltar para casa. Não estou sofrendo tanto como em dezembro, mas às vezes fico cansada de ficar pingando de lugar em lugar. Mas daí penso em tudo o que passei até agora e ganho forças para continuar, afinal, falta pouco menos da metade. E assim, vou levando.

 

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