Fortaleza, 29 de março de 2018.

Olá!

Antes de mais nada, desculpe pelo sumiço… sei que faz mais de uma semana que não apareço e que pode ser chato ler tudo atrasado, já que pelos próximos dias vou postar coias de Fortaleza sendo que já estou em Teresina. Mesmo assim, espero que você goste e leia minha enésima tentativa de colocar este blog em dia.

Dito isso, vamos ao dia 28 de março, quando fui pela primeira vez ao Beach Park!

Estou hospedada na Aldeota, que é um bairro ótimo em Fortaleza porque fica perto de restaurantes, bares, cafés, sorveterias e todos esses lugares de comida. Só que as vans que fazem os passeios não passam por lá e você precisa ir a algum hotel na beira mar para esperar o transporte. Hoje, a Naiane e o Davi iam lá perto, então tive carona \o/

A van chegou e só tinham casais e dessa vez ninguém me adotou 😦 O lado bom é que pude ir a todos os brinquedos que eu queria na hora que eu queria. A minha van era da Maracatur e a guia era bem legal. No caminho, ela ensinou algumas palavras em cearês e falou sobre alguns brinquedos do parque. As vans chegam ao Beach Park antes de abrir e já vai formando uma fila para entrar. O parque abre umas 10h40, 20 minutos antes dos brinquedos começarem a funcionar (menos o Insano que só começa 12h) e já vão formando filas nos brinquedos também.

Você pode pegar um cartão de consumo (paga R$ 5,00 que depois é devolvido em dinheiro quando você devolve o cartão) e recarrega (é pré-pago; se você pagar em dinheiro ou débito, eles devolvem 100% do que você não gastou; se você recarregar com cartão de crédito, eles ficam com 6% do que você não gastou). Os preços no Beach Park são absurdos: uma garrafa de água de 350mL custa R$ 7,00 (tem bebedouro lá, então não precisa comprar água. Você pode levar uma garrafinha vazia e encher lá dentro), o armário custa R$ 25,00 (você deixa mais R$ 25,00 que devolvem em dinheiro quando você entrega a chave), a água de coco é R$ 8,00… Ainda bem que levei lanche e não gastei nada (teoricamente não pode levar comida nem bebida, mas eles nem olharam minha bolsa).

Meu primeiro brinquedo foi a capsula. Você entra em uma cabine, uma voz faz uma contagem regressiva, o chão abre e você cai. Dá medo, mas é legal. Depois fui em um tobogã e em brinquedos com boia. Daí, decidi ir no Insano que é um tobogã de 41 metros, ou seja, você precisa subir o equivalente e 14 andares de um prédio. A pior parte é quando você vai cair e suas costas desencostam do brinquedo. Tirando isso, é muito rápido e quando você se dá conta já acabou. Saindo de lá, fiquei um tempo descansando as pernas na correnteza, na piscina morna e na piscina com ondas. Então, tive o pique de subir escadas para ir em mais um brinquedo. Como o parque estava vazio, daria para eu ter ido em todos (só não fui nos que eram para quatro e duas pessoas, que deixei para ir no outro dia porque o passaporte de um dia custava R$ 220,00 e o de três, R$ 340,00 e comprei o de 3).

Voltei para Fortaleza muito cansada e morrendo de fome. Parei no Porpino, uma hamburgueria que várias pessoas me recomendaram. É bem boa mesmo e vale a pena conhecer. A carne veio no ponto que pedi, era suculenta e a maionese era boa.

Daí voltei para casa e capotei.

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