Rio Branco, 24 de janeiro de 2018.

Olá!

Hoje posso afirmar que o Acre existe e estou aqui para comprovar.

Coloquei o despertador para 7h30, mas fiquei com preguiça e acordei 8h. Deu tempo de arrumar o que faltava e tomar um café bem reforçado com direito a pão com doce de cupuaçu (meu vício do Norte) e banana cozida.

A Zilda, que foi me buscar quando cheguei, também me levou de volta ao aeroporto. Eu me despedi delas, agradecendo muito a Gilmara pela estadia e conversas. É incrível como em pouco tempo você consegue conhecer as pessoas e fazer amigos, né? Passei rápido pelo raio-x porque o aeroporto estava vazio e já era a sala de embarque porque o aeroporto é pequeno. Viajei de Gol e sou cliente prioritária porque comprei na promoção do Visa Checkout, então não fui pra fila. Devo dizer que a fila prioritária estava do mesmo tamanho que a normal e por um momento achei que tinham penetras na minha fila. Quase fiquei sem lugar pra mala, porque as pessoas não colocam as mochilas embaixo do banco à frente e não sobra espaço para bagagens maiores, mas ainda tinha uma vaga.

O voo foi tranquilo, 50 minutos e uma viagem no tempo: saí de Porto Velho às 11h e cheguei em Rio Branco às 10h56. Comecei a ler Revenge Wears Prada, que é tipo uma continuação de O Diabo Veste Prada, no começo pelo menos é a história da Andy 10 anos depois de ter saído da Runaway. Eu gostei muito do filme, mas ele é bem diferente do livro.

Cheguei em Rio Branco e fiquei esperando uns minutos até a Vania chegar. Ela veio com o marido e a filha e eles vão me hospedar nesses meus dias em Rio Branco. São uma família muito legal e como são locais, acho que vai dar para entrar bem na cultura daqui. Chegamos em casa, almoçamos um estrogonofe de frango (desfiado, não em cubos) e comi uma colher do doce de cupuaçu que a Gilmara mandou.

Daí fui descansar, ainda preciso me recuperar da viagem de ontem. Eu deveria ter tirado uma soneca, mas decidi ver 12 Monkeys. Por volta das 15h e pouco, saímos para dar uma volta pelo centro: passamos por uma galeria, fomos ao Mercado Velho e praça, depois fomos ao Palácio do Governo, onde funciona um museu bem legal com visita guiada contando a história dos seringueiros e do Acre. É de graça e vale a pena visitar. Daí fomos para a catedral e para a Biblioteca Pública, que é grande e tem uma seção de HQs com vários clássicos. Dá pra passar facilmente um dia ou mais nesse lugar. Mas fecha 18h, então saímos de lá e atravessamos a ponte (que estava engarrafada 😱) para a Gameleira. Gameleira é o nome dessas árvores:

Elas ficam na orla do Rio Acre e por isso essa região tem esse nome. Ficamos lá vendo o sol se pôr e depois fomos para a casa da mãe da Vania. De lá viemos para a casa e lanchamos. Daí eu já estava com sono, uma mistura de poucas horas de sono + fuso-horário. Como não queria dormir muito cedo, decidi escrever um pouco no blog e depois dormir.

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