Brasília, 18 de novembro de 2017.

Olá!

Hoje foi dia de dormir até acordar. Eu amo esses dias! Eu e o Dan passamos a manhã conversando provavelmente sobre ser rico e ter uma editora (ele, porque eu não vou abrir uma editora se eu for rica :p) e vendo uns programas na Globo de pessoas construindo e reformando móveis, tipo uma mulher que pintava o ventilador, e algum quadro de culinária com risoto e ervilha.

A gente saiu para almoçar num restaurante chamado Machado’s e comemos um filé à parmigiana. Daí, fomos para uma feira de quadrinhos na Biblioteca Nacional. Estava um vento e a galera ficava mudando de lugar e colocando pesinhos para os materiais não voarem. Feiras de HQs são bem legais, tem coisas variadas e pessoas simpáticas falando sobre o trabalho. Eu ganhei uma HQ (preciso ler), e marca-páginas, e cartões e não comprei nada (estou orgulhosa de mim mesma por conseguir não comprar nada. Isso tudo, graças à minha mochila que está sem espaço).

Daí fomos ao Palácio Itamaraty (e não Palácio do Itamaraty, que é o do Rio). Eles oferecem uma visita guiada. De semana, tem umas regras de vestimenta, mas de fim de semana, não. É bem bonito. Tem umas obras lindas e eu quero a escultura que vai mudando conforme o ângulo do qual você a olha (por favor, meu primeiro amigo que ficar rico pode me dar uma igual de presente!). O passeio dura quase uma hora. Quando acabou, me despedi da Isá, porque acho que não vamos mais nos ver antes de eu ir embora.

Tenho uma amiga que conheci em São Paulo, mas que é de Brasília e mora em Goiânia chamada Nathalie (vou falar dela aqui porque vai ser minha futura anfitriã). Ela estava em Brasília esse fim de semana porque era o seu aniversário e ela me convidou para ir jantar. Como ainda estava cedo, fomos ao shopping. Em Brasília tem Dunkin Donuts \o/ e lá tinha o Boston Cream Donut, que é meu donut favorito e fazia muito tempo que eu não comia, desde que voltei de Nova York em 2015. Foi muito, muito bom, pequenos prazeres da vida. No shopping, aproveitei para comprar presente pra Nathalie, o Daniel comprou uma calça para um casamento que ele tem amanhã e sobrou tempo para ir à livraria. O Dan fica espalhando para pessoas desconhecidas que eu sou editora e trabalhava na Panini e até expliquei para dois menininhos o que são fumetti 🙂 (pena que mesmo assim, eles não vão ler Face Oculta, aliás, você, que está lendo meu blog, poderia ler Face Oculta,, é uma HQ bem legal. Posso emprestar a minha).

E finalmente fomos ao restaurante na Asa Norte. E passamos pelo campus da UnB, que é gigante. Gigante. O pai da Nathalie contou várias histórias de anos atrás, quando começou o Movimento dos Focolares em Brasília. Foi bom, eu gosto de ouvir essas histórias. Quando fui para a Polônia, passei um bom tempo conversando com as pessoas mais velhas para saber como era, principalmente durante a Guerra Fria. Depois, voltamos para casa (acho que estou com problemas para terminar meus posts, posso acabar assim, do nada? Você se importa?).

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