Macapá, 19 de agosto de 2018.

Olá!

Hoje acordei cedo para tomar café, voltei para o quarto, dei uma enrolada e saí para ir ao Marco Zero, ponto por onde passa a Linha do Equador. Peguei um uber que me deu uma dica de restaurante \o/

Lá no Marco Zero tem um guia que explica as curiosidades do lugar e tira umas fotos legais para você. Também tem uma lojinha de artesanato que estava fechada (como assim, fecha de domingo e abre de segunda, quando o guia não trabalha? Vai entender…). É bem legal, principalmente porque você pode ficar com um pé de cada lado da Terra! Um pé em cada hemisfério 🙂

O guia me explicou que a incidência dos raios solares é praticamente a mesma durante o ano todo aqui, que nos solstícios dá para ver o sol passando de um hemisfério ao outro e que dá para equilibrar um ovo por aqui (mas não tinha um ovo para fazer a experiência…). Ao lado do monumento, fica um campo de futebol, o único do mundo em que cada time joga em um hemisfério (ele é pequeno e dá para ver as arquibancadas que formam o desenho da bandeira daqui). É um passeio divertido, mas curto.

De lá, fui ao Cantinho Baiano almoçar. Dica do Rafa, meu amigo de São Paulo que vem sempre trabalhar aqui em Macapá. Pedi o camarão alho e óleo, mas não vendiam meia porção, então, comi muitos camarões e minha conta ficou muito cara. Saí de lá, passei na sorveteria que fica no caminho e voltei para o hotel. Descansei um pouco e o Érico veio me buscar.

Fomos ao Museu Sacaca, que é bem legal, mas está um pouco abandonado. Lá tem bastante coisas da história daqui, tipo umas casas típicas, um barco chamado Regatão, que servia de comércio para os ribeirinhos e que anda no rio para você ver como era, várias árvores, o mastro do Marabaixo, festa típica daqui que vou perder porque vai ser sexta e vou embora na madrugada de quinta para sexta. Também tem a história do Sacaca que é interessante. É realmente uma pena que não esteja bem-cuidado, como a maioria dos pontos turísticos brasileiros. É triste ver tanto potencial não aproveitado.

Saímos do museu e fomos comer comida típica em uma barraquinha, a melhor maneira de provar a comida cultural. Fizemos um acordo com a moça e conseguimos um prato misto. Provei: arroz paraense (arroz com camarão e jambu), camarão picante, risoto (arroz com frango, banana, passas) e maniçoba (tipo uma feijoada que em fez de feijão vai folha de mandioca (aquela que precisa cozinhar por vários dias)). Gostei de tudo.

Demos uma volta pela orla, mas começou a chover. Daí, parou de chover e fomos ao Trapiche Eliezer Levy, uma ponte que vai 300 metros para o meio do Rio Amazonas, mas estava interditada. Daí, fomos para a casa de uns amigos do Érico para comer pizza. Foi bem legal, a galera é muito animada. Adoro o povo do Norte, são muito receptivos, até dancei tecnobrega :O Foi uma noite muito boa.

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